A Pró-Reitoria de Pós-graduação da UFRPE criou, em julho de 2013, o PROGRAMA DE EXCELÊNCIA DA PÓS-GRADUAÇÃO (PEPG), com o propósito de apoiar os Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, fortalecendo suas atividades de pesquisa e ensino e promovendo a formação de recursos humanos altamente qualificados para o país. O PEPG busca também valorizar o reconhecimento acadêmico nos diversos segmentos da UFRPE e estimular uma discussão contínua com a comunidade acadêmica sobre as metas de longo prazo, com base no Planejamento Estratégico da Pesquisa e Pós-Graduação da instituição.

Para atingir seus objetivos, o PEPG foi estruturado em cinco ações principais, que envolvem::

  1. Programa de Monitoramento e Acompanhamento de Indicadores da Pós-Graduação;
  2. Programa de reconhecimento acadêmico;
  3. Programa de Inserção Nacional da Pós-Graduação;
  4. Programa de Inserção Nacional da Pós-Graduação; e
  5. Programas Complementares de apoio à pesquisa e pós-graduação.

 

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) iniciou o processo de autoavaliação institucional dos Programas de Pós-Graduação (PPG) em 2020, abrangendo atividades desenvolvidas desde o ano de 2019. Esse processo foi estruturado para acompanhar e avaliar continuamente os PPGs, com o objetivo de identificar forças, fragilidades e oportunidades. A autoavaliação foi conduzida por uma comissão formada por docentes, discentes e servidores técnico-administrativos, coordenada pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG), e resultou na conclusão de seis ciclos de autoavaliação (2019-2024) dos programas da UFRPE. Esses relatórios, disponíveis no portal institucional (https://www.prpg.ufrpe.br/pt-br/relatorios-autoavaliacao), revelaram uma evolução significativa das atividades acadêmicas e administrativas, além de proporcionarem a correção de fragilidades previamente identificadas. O processo gerou importantes avanços na construção do planejamento estratégico dos programas, consolidando a missão e a identidade institucional, e focou em soluções inovadoras para problemas de impacto social, econômico, ambiental e cultural, principalmente no Estado de Pernambuco e na Região Nordeste.

Um dos destaques desse ciclo foi o reforço da internacionalização da UFRPE, especialmente por meio do Programa CAPES/PrInt, aprovado em 2018, que permitiu o fortalecimento de ações estratégicas como o fluxo de docentes (PVnE), discentes (PDSE) e pesquisadores estrangeiros (PVE). Essas ações ampliaram o alcance da UFRPE, consolidando-a como uma instituição de referência internacional na pesquisa e inovação. A publicação da sexta edição do Relatório de Autoavaliação dos PPG da UFRPE, referente às atividades acadêmicas e administrativas demonstrou a evolução do processo de consolidação dos Programas e identificou a necessidade de atuar de forma coletiva para fortalecer suas ações nas diferentes áreas. 

No contexto do PPG-RPAq, foi instituída uma Comissão de Autoavaliação própria, composta por docentes, discentes e membros da Comissão Própria de Avaliação (CPA), para implementar o processo de autoavaliação institucional recomendado pela CAPES. O trabalho foi desenvolvido por grupos de trabalho compostos por representantes das duas categorias (docentes e discentes) para a elaboração de instrumentos padronizados de avaliação, personalizados para cada segmento. Esse processo permitiu a coleta de dados detalhados sobre as percepções e experiências de todos os envolvidos, auxiliando na definição de estratégias de melhoria contínua. Esse processo de planejamento e autoavaliação está alinhado ao Planejamento Institucional da UFRPE, que tem como foco o crescimento e a consolidação da Pós-Graduação com qualidade acadêmica e responsabilidade social. A missão do PPG-RPAq — como parte integrante da UFRPE — é contribuir para a construção e disseminação do conhecimento e da inovação, por meio de ensino, pesquisa e extensão, buscando atender às demandas da sociedade. Assim, as ações planejadas visam não apenas a qualificação acadêmica, mas também a resolução de problemas que afetam as condições ambientais e sociais de Pernambuco, do Nordeste e do Brasil, promovendo soluções para desafios globais.

Esse processo contínuo fortalece a responsabilidade acadêmica e social do PPG-RPAq, assegurando sua relevância e contribuindo diretamente para o desenvolvimento científico e tecnológico.

Em 2020, foi oficialmente formada a Comissão de Planejamento Estratégico do PPG-RPAq, composta pelos docentes Luís Otavio Brito da Silva, William Severi, Thierry Frédou e Rosângela Lessa, conforme decisão do colegiado do programa. Em 2023/2024, a comissão foi atualizada com a entrada da professora Roberta Borda Soares, substituindo o professor William Severi, e a inclusão dos discentes Fábio Ulisses Ramos Costa Filho e Hildemario Castro, ampliando a representatividade e participação discente no processo. Durante o quadriênio 2021-2024, a comissão realizou o envio anual dos formulários de avaliação para todos os docentes e discentes do programa. Com o avanço dos trabalhos da comissão e o engajamento crescente da comunidade acadêmica, o percentual de respostas aumentou consideravelmente ao longo dos anos. Ao final do quadriênio, mais de 70% dos docentes e 32% dos discentes participaram respondendo aos questionários, fornecendo informações essenciais para o aprimoramento das ações estratégicas do programa. A formação das comissões e equipes de trabalho segue critérios claros e transparentes, assegurando que sejam compostas por membros qualificados, representativos e comprometidos com os objetivos do planejamento estratégico. Os critérios de seleção incluem:

  • Competência técnica: Os docentes selecionados devem possuir conhecimento especializado ou experiência prática nas áreas relacionadas às atividades da comissão.
  • Diversidade de perspectivas: A composição das comissões inclui docentes e discentes, garantindo uma análise mais abrangente e representativa das demandas do programa.
  • Comprometimento: Os membros devem demonstrar disposição e interesse em participar ativamente das atividades e contribuir para a execução das metas propostas.
  • Representatividade: A composição busca refletir a diversidade de áreas do programa, assegurando que diferentes setores sejam contemplados.
  • Equidade de gênero e diversidade: É promovida a inclusão de pessoas de diferentes gêneros, idades, etnias e origens culturais, garantindo uma abordagem mais plural e equitativa.

c) Descrição das atividades e envolvimento das comissões:

As atividades das comissões são definidas, garantindo que todos os membros saibam exatamente quais são suas responsabilidades e contribuições esperadas:

  1. Planejamento: Definição do escopo da autoavaliação, objetivos e métodos a serem usados.
  2. Coleta de dados: Levantamento de informações relevantes por meio de entrevistas, questionários, documentos, entre outros.
  3. Análise de dados: Processamento das informações coletadas e elaboração de diagnósticos sobre as áreas avaliadas.
  4. Relatórios: Redação de relatórios detalhados com os resultados da autoavaliação, incluindo pontos fortes, áreas de melhoria e recomendações.
  5. Discussão e decisões: Análise coletiva dos resultados da autoavaliação e decisão sobre as ações a serem tomadas.

O envolvimento das comissões é contínuo e dinâmico, com reuniões semestrais para acompanhar o progresso das atividades e garantir que os prazos sejam cumpridos. A participação de todos é fundamental para garantir que as decisões sejam tomadas de forma colaborativa e com base em um entendimento coletivo.

d) Descrição das formas utilizadas para difundir as decisões da autoavaliação:

As decisões da autoavaliação são amplamente divulgadas no CCD do curso, para garantir transparência e engajamento de todos os envolvidos. As formas de difusão podem incluir:

  1. Relatórios formais: Publicação de relatórios completos ou resumos executivos que apresentem os resultados da autoavaliação, acompanhados das recomendações e ações a serem implementadas.
  2. Reuniões de apresentação: Organização de encontros (presenciais ou virtuais) para apresentar os resultados e discutir as conclusões com os envolvidos e a comunidade.
  3. Notícias e comunicados internos: Envio de e-mails, boletins informativos ou publicações em intranet, detalhando os resultados e as próximas etapas.
  4. Workshops e treinamentos: Promoção de workshops para discutir as mudanças propostas e capacitar os membros da organização para a implementação das ações recomendadas.
  5. Painéis e eventos de feedback: Organização de espaços para diálogo aberto, onde todos possam compartilhar opiniões e sugestões sobre os resultados e as medidas propostas.

e) Descrição do sistema claro de interação para críticas e sugestões:

Para garantir que as críticas e sugestões sejam ouvidas de forma eficiente e que possam influenciar o processo de autoavaliação, é disponibilizado o formulário de autoavaliação. Algumas outras formas utilizadas para as interações:

  1. Reuniões semestrais de pleno, onde os envolvidos podem apresentar suas críticas e sugestões de forma aberta.
  2. E-mail: As pessoas possam enviar suas opiniões diretamente aos responsáveis pela autoavaliação.
  3. Pesquisas de satisfação: Realização de pesquisas periódicas para coletar feedback sobre o processo de autoavaliação e identificar áreas de melhoria.
  4. Acompanhamento das sugestões: Garantir que as sugestões e críticas recebidas sejam analisadas e que uma resposta seja fornecida, demonstrando como elas foram consideradas no processo de tomada de decisão.

Esse sistema de interação contribui para a transparência e o aprimoramento contínuo do processo de autoavaliação, criando um ambiente participativo e colaborativo.

 

Responsáveis pelo Monitoramento

  • Coordenação do Programa: Responsável pelo monitoramento geral e acompanhamento da execução das ações estratégicas.
  • Comissão de Pesquisa e Inovação: Responsável pelo monitoramento das publicações científicas, projetos de pesquisa e projetos inovadores.
  • Comissão de Ensino e Formação: Responsável pela avaliação da qualidade acadêmica, satisfação dos alunos e indicadores de aprendizagem.
  • Comissão de Parcerias e Extensão: Responsável pelo monitoramento das parcerias com o setor privado, projetos de extensão e impactação social.

Forças

Infra. Laboratórios | Infra. Materiais, equipamentos e móveis | PPG. Linhas de pesquisa | PPG. Estrutura curricular | PPG. Grupos de pesquisa | PPG. Inovação | PPG. Impacto econômico, social e cultural do PPG | PPG. Avaliação CAPES | PPG. Inserção Regional|  Gest. Comunicação Interna | Gest. Comunicação Externa | Gest. Regimento | Gest. Serviço de secretaria | Prod. Publicação científica docente | Prod. Publicação científica discente | Prod. Teses e Dissertações | Prod. Alinhamento entre publicações e proposta do programa | Corpo Doc. Qualificação docente | Corpo Doc. Comprometimento, disponibilidade e participação | Corpo Doc. Qualidade da orientação a discentes | Corpo Doc. Qualidade das metodologias de ensino | Corpo Doc. Relacionamento interpessoal | Corpo Disc. Inserção profissional de egressos | Corpo Disc. Relacionamento interpessoal | Intern. Publicação internacional | Intern. Parcerias internacionais| Intern. Intercâmbio docente

 

Fraquezas

Infra. Salas de aula | Infra. Internet, hardware e software | Infra. Recursos orçamentários |Gest. Processos de planejamento estratégico | Gest. Processos de autoavaliação | Corpo Doc. Quantidade de docentes | Corpo Disc. Quantidade de discentes | Corpo Disc. Qualidade discente | Corpo Disc. Comprometimento, disponibilidade e participação | Corpo Disc. Acompanhamento e monitoramento de egressos | Corpo Disc. Processo seletivo para discentes | Intern. Intercâmbio discente | Intern. Disciplinas ministradas em língua estrangeira

 

Oportunidades

Amb. Pol. Conjuntura política na UFRPE | Amb. Pol. Parcerias com órgãos externos | Amb. Pol. Atuação do Conselho Regional | Amb. Tec. Disponiblidade de novas tecnologias | Amb. Tec. Demanda externa por produtos e servíços científicos | Amb. Tec. Demanda externa por produtos e serviços inovadores | Amb. Tec. Ensino a distância

 

Ameaças

Amb. Pol. Conjuntura política nacional | Amb. Pol. Políticas públicas para a pós-graduação | Amb. Pol.Conjuntura política regional | Amb. Pol. Atuação de CAPES e MEC | Amb. EconSoc. Conjuntura econômica nacional | Amb. EconSoc. Condição socioeconômica de discentes | Amb. EconSoc. Mercado de trabalho para egressos | Amb. EconSoc. Oferta de bolsas e auxílios (órgãos de fomento) | Amb. EconSoc. Contexto de pandemia | Amb. EconSoc. Valorização das Universidades Federais pela sociedade

 

Os formulários eletrônicos de autoavaliação, utilizados para mensurar os indicadores do PPG-RPAq, são personalizados para três categorias: discentes, docentes e técnicos-administrativos vinculados ao programa (Anexos 7, 8 e 9). Esses formulários são enviados anualmente e, após o período estipulado para a coleta de respostas, os dados obtidos passam por uma análise detalhada e são discutidos em reuniões semestrais, durante as quais se avaliam os avanços alcançados e se propõem ajustes no planejamento estratégico do programa.

 

Com base nessas análises, são elaborados anualmente os Relatórios de Autoavaliação dos Programas de Pós-Graduação da UFRPE (https://www.prpg.ufrpe.br/pt-br/relatorios-autoavaliacao). Esses relatórios servem como documentos orientadores, norteando as ações estratégicas de cada programa de pós-graduação e contribuindo para o aprimoramento da gestão acadêmica e da pesquisa realizada na instituição. Além disso, reforçam a consolidação da UFRPE como uma referência nas diversas áreas de atuação científica, promovendo a melhoria contínua e o alinhamento das atividades com as demandas acadêmicas e sociais. Os resultados obtidos através dos formulários constituem a base para a elaboração de propostas de melhoria, orientando ações concretas para elevar a qualidade dos programas de pós-graduação da UFRPE. Esse esforço constante reflete o compromisso institucional com a formação de recursos humanos altamente qualificados e com o desenvolvimento científico e tecnológico.

Durante esse processo inicial, foi identificado o potencial de aprimoramento dos instrumentos de avaliação, evidenciando a necessidade de ajustar os formulários futuros e de inserir de forma mais integrada o corpo técnico-administrativo, reconhecendo sua participação essencial nesse processo de autoavaliação e planejamento estratégico. Esse envolvimento ampliado fortalece a gestão compartilhada e proporciona uma visão mais abrangente das demandas e oportunidades, consolidando o papel do PPG-RPAq como parte de um sistema institucional em constante evolução.

Assim, frente às conclusões dos relatórios de autoavaliação, o PPG-RPAq identificou a necessidade de implementar uma série de melhorias para fortalecer ainda mais o programa. Entre as ações prioritárias destacam-se:

  1. Melhorar a distribuição de discentes por docente, de acordo com as recomendações da CAPES, que estipulam um intervalo ideal de 2 a 10 discentes por docente, assegurando um melhor equilíbrio na orientação.
  2. Reorganizar a distribuição das disciplinas para o quadriênio 2025-2028, garantindo uma participação mais equilibrada de docentes no oferecimento de disciplinas a cada ano.
  3. Ampliar a participação de alguns docentes em parcerias internacionais, promovendo maior interação científica global.
  4. Ampliar a acessibilidade no processo de seleção, oferecendo novos locais de prova, o que já vem sendo parcialmente implementado em parceria com outras instituições, facilitando o acesso de candidatos de diferentes regiões.
  5. Ajustar a estruturação de projetos de pesquisa, incentivando a formatação de projetos guarda-chuva que contemplem várias dissertações e teses de um mesmo orientador, reduzindo a inserção desnecessária de múltiplos projetos individuais no sistema, otimizando o planejamento e a gestão dos projetos.
  6. Aumentar o número de bolsas de estudo, exigindo que cada docente comprove a solicitação de bolsas a agências de fomento externas, como a FACEPE, independentemente da classificação dos candidatos no processo seletivo. Essa medida faz parte da estratégia para diminuir o índice de desistência entre discentes, identificado nos relatórios de autoavaliação.
  7. Tornar mais claras as normas de credenciamento, descredenciamento e recredenciamento de docentes, o que já está em discussão nas reuniões do colegiado de coordenação didática, buscando maior transparência e clareza nos critérios.

 

Alguns desses pontos já foram ajustados, enquanto outros estão em processo de adequação para o quadriênio seguinte (2025-2028). No entanto, em relação ao quadriênio anterior (2021-2024), o programa já apresenta avanços significativos:

  • Maior participação de discentes em publicações científicas, incluindo com autoria em publicações internacionais.
  • Incremento no número de doutorados sanduíche, reforçando a internacionalização e a qualidade da formação acadêmica.
  • Redução do número de projetos individuais, com a adoção de projetos guarda-chuva, que atendem a um maior número de alunos de forma mais eficiente.
  • Aumento da participação em publicações internacionais e maior colaboração com pesquisadores estrangeiros, resultando em artigos publicados em periódicos de alto impacto, contribuindo diretamente para a melhoria dos resultados acadêmicos do programa.

No planejamento estratégico do programa anexo 1, contar o processo de avaliação e monitoramento de objetivos e metas.

 

Avaliação e Monitoramento

Processo de Avaliação:

  • Reuniões semestrais com a coordenação do programa, docentes e representantes dos discentes para monitorar os avanços e possíveis ajustes.
  • Feedback dos docentes e discentes sobre as ações implementadas e os resultados obtidos.
  • Análise anual dos indicadores de desempenho.

Objetivos do Monitoramento

  • Acompanhar o progresso do programa em relação aos objetivos estratégicos.
  • Avaliar a eficácia das ações implementadas.
  • Garantir a qualidade acadêmica e a sustentabilidade do programa.
  • Identificar áreas que precisam de ajustes ou melhorias.
  • Fornecer informações para o planejamento de atividades futuras.

Indicadores de Desempenho

Infraestrutura e recursos

    • Investimentos em novos recursos: Valor investido em infraestrutura e tecnologia para pesquisa e ensino.
    • Taxa de utilização da infraestrutura do programa: Percentual de utilização dos laboratórios, equipamentos e instalações do programa.

Qualidade acadêmica e formação dos alunos

    • Taxa de conclusão do curso: Percentual de discentes que completam o programa no tempo previsto.
    • Índice de satisfação dos alunos: Percentual dos discentes satisfeitos com a estrutura do programa, docentes, infraestrutura e recursos oferecidos.
    • Taxa de aprovação de alunos em exames e qualificações: Percentual de discentes aprovados em exames de qualificação de dissertação ou tese.

Impacto da pesquisa

    • Número de docentes em eventos e/ou reuniões cientificas internacionais: Quantidade de trabalhos ou participações de docentes em eventos e/ou reuniões cientificas internacionais
    • Número de publicações científicas: Quantidade de artigos publicados em periódicos (A1 e A2) com discentes e egressos.
    • Número de projetos de pesquisa nacionais financiados: Quantidade de projetos aprovados em agências de fomento (CNPq, CAPES, FAPESP, etc.).
    • Número de projetos de pesquisa internacionais financiados: Quantidade de projetos aprovados em agências de fomento internacionais ou em parceria com agência e/ou instituições do estrangeiro.
    • Número de patentes ou inovações geradas: Indicações de novas soluções ou tecnologias desenvolvidas pelo programa.

Integração com o setor pesqueiro e aquícola

    • Número de parcerias com empresas e ONGs: Quantidade de colaborações com o setor privado e organizações não governamentais.
    • Projetos de extensão e inovação: Número de projetos aplicados em colaboração com o setor produtivo ou comunidades pesqueiras.
    • Taxa de empregabilidade dos egressos: Percentual de egressos do programa que estão empregados no setor pesqueiro e aquícola.

Gestão financeira e sustentabilidade do programa

    • Orçamento do programa: Percentual de utilização do orçamento do PROAP utilizado conforme planejado.
    • Captação de recursos externos: Valor obtido com parcerias e projetos de financiamento externo para melhoria da infraestrutura dos laboratórios e salas de aula.
    • Gestão participativa do planejamento e avaliação estratégica do programa: Percentual de docentes e discentes em reuniões de planejamento e nos questionários de auto avaliação

Responsáveis pelo Monitoramento

  • Coordenação do Programa: Responsável pelo monitoramento geral e acompanhamento da execução das ações estratégicas.
  • Comissão de Pesquisa e Inovação: Responsável pelo monitoramento das publicações científicas, projetos de pesquisa, e projeto inovadores.
  • Comissão de Ensino e Formação: Responsável pela avaliação da qualidade acadêmica, satisfação dos alunos e indicadores de aprendizagem.
  • Comissão de Parcerias e Extensão: Responsável pelo monitoramento das parcerias com o setor privado, projetos de extensão e impactação social.

Ferramentas e Sistemas de Monitoramento

  • Plataformas de gestão acadêmica (ex.: SIGAA, Stella pós graduação e google formulários): Para monitorar o progresso acadêmico dos alunos e realizar pesquisas de satisfação.
  • Sistemas de gestão de pesquisa (ex.: Lattes, Stella e plataformas de publicações): Para monitorar as publicações científicas e produção acadêmica dos docentes e discentes.
  • Planilhas de Controle de financiamentos (ex.: Excel, Google Sheets): Para acompanhamento da aprovação de projetos em relação aos investimentos em infraestrutura.
  • Ferramentas de gestão de projetos (ex.: Trello, Google planilhas): Para acompanhar o andamento dos projetos de pesquisa e extensão.

Essas ações e resultados reforçam o compromisso do PPG-RPAq com a melhoria contínua e a excelência acadêmica, consolidando sua posição como um programa de referência no cenário nacional e internacional.